O que é preciso saber antes de abrir um MEI?

Mais conhecida como MEI, a categoria de Microempreendedor Individual é utilizada para formalizar, de forma simplificada e com baixo custo, os negócios de microempresários que trabalham por conta. 

Quem se cadastra como MEI passa a contar com uma série de facilidades e benefícios, como o direito de emitir notas fiscais, ter um CNPJ ou contratar um funcionário. O melhor de tudo é que para garantir todas essas vantagens, basta fazer o cadastro via internet.

Atualmente, essa é a forma mais fácil e rápida de começar um negócio e atuar dentro da lei – o que justifica, inclusive, o alto número de negócios castrados como MEI. Segundo dados do Portal do Empreendedor, até o final de 2020, o Brasil contava com um total de 11,3 milhões de Microempreendedores Individuais ativos. 

Quem pode ser MEI? 
Para se cadastrar como MEI, o empresário precisa, antes de mais nada, atender a uma série de requisitos, como: 

– ter faturamento anual inferior a R$ 81 mil (o que equivale a R$ 6.750 por mês); 
– não ser sócio, administrador ou titular de alguma outra empresa; 
– ter somente um funcionário, que deve receber um salário-mínimo ou o piso da categoria; 
– ter uma ocupação que faz parte da lista de atividades permitidas. 

Você se enquadra nesses requisitos e ficou interessado em formalizar o seu negócio? Confira a seguir o que é preciso fazer para abrir o seu MEI. 

Informações necessárias  
Para se tornar um MEI, você não precisa fornecer mais do que algumas informações básicas. Abaixo, listamos o que é preciso ter à mão na hora de realizar o seu cadastro. 

– Número do CPF; 
– Título de eleitor ou recibo da última declaração do imposto de renda, caso tenha declarado nos dois últimos anos; 
– CEP da residência ou de onde o negócio ficará localizado; 
– Número de celular para o envio do SMS de verificação; 
– Nome fantasia da empresa; 
– Capital social (investimento inicial que você pretende colocar no seu negócio). 

Qual o custo do MEI? 
Formalizar um negócio pode sair caro no bolso do empreendedor, mas esse é um risco que você, como MEI, não corre, afinal a única despesa relacionada a essa modalidade é o pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que se trata de uma contribuição mensal. 

A taxa varia de acordo com a categoria do negócio e sofre um reajuste todos os anos. Ainda assim, o MEI sai mais em conta do que outras modalidades do Simples Nacional, já que a categoria é isenta dos tributos federais, como Imposto de Renda Pessoa Jurídica, PIS, Cofins, IPI e CSLL. 

Em 2021, os valores exercidos são: 

– R$ 56,00 para Comércio ou Indústria; 
– R$ 60,00 para Prestação de Serviço; 
– R$ 61,00 para Comércio e Serviços. 

Uma vez que o MEI for aberto, esse será o único gasto que você terá com a formalização do seu negócio. Para pagar a taxa, basta acessar o portal Empresas & Negócios (que é também o endereço utilizado para o cadastro da empresa) e escolher a forma de pagamento desejada: boleto, débito automático ou pagamento on-line. 

Declaração Anual do Simples Nacional: não esqueça de entregar

Providenciar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) é mais um dos deveres do MEI. Esse documento é utilizado para prestar contas à Receita Federal sobre o faturamento da empresa referente ao ano anterior. A entrega deve ser feita anualmente, até o dia 31 de maio. 

Fazer a sua declaração é muito fácil. Novamente, basta acessar o portal Empresas & Negócios, preencher os campos com as informações de faturamento do ano e pronto: a sua microempresa está em dia com os seus deveres! 

Ser tornar um MEI é fácil, rápido e sem burocracia. Agora que você já sabe como formalizar o seu negócio, faça o seu cadastro. E, se precisar de uma forma simplificada para gerar as cobranças da sua empresa, conte com a Tipay! 

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